segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

"Desesperar jamais..", diz Ivan Lins/Vitor Martins e Eu também!.

É tempo de reflexão, mais um ano se vai e o melhor jeito  de aprender, é não esquecer o passado, para não repeti-lo!

Sem dúvida foi um ano marcado pela violência da falta de cuidado de anos, com a infraestrutura de  nossa cidade de maneira geral, o que se refletiu nas tragédias dos  temporais: nos primeiros dias do ano em Angra dos Reis, depois em Niteroi e em seguida no Rio ( Abril/2010). Tudo isso nos faz pensar não só no descaso das autoridades, que ao deixar de tomar providências quanto as necessidades básicas da população, contribuem com essas tragédias, como também na falta de atenção dos próprios cidadãos ao se colocarem em situações de risco.

Estou falando da responsabilidade que cada um de nós tem sobre tudo que acontece  a nossa volta. Estou falando de atitude e mais profundamente em mudança de conceitos.
                                                                       
Enquanto cada um de nós olhar para fora de sua janela como espectador de um filme de cinema ou TV, estaremos fadados a sofrer os incômodos e  consequências do NOSSO descaso.

Podemos e devemos intervir.  Como? Com nossa ATITUDE. Só assim motivaremos até mesmo aqueles que estão no governo. Precisamos entender que se queremos mudanças, precisamos MUDAR, por isso a importância de cada gesto, cada palavra, cada ATITUDE. É basicamente no cuidado com nosso jardim ( chega de deixarmos nossos cães fazer necessidades nos jardins dos outros!), com  nossa rua, com nosso esgoto, com nossa água, com nossas árvores, com nossas praias, com nosso BAIRRO que teremos um lugar melhor.  

Não adianta  queixarmos dos  Culex( eles são apenas a ponta de um "iceberg") se não lembramos de esvaziar nossos pratinhos das plantas ou cuidarmos de nosso lixo e assim por diante. Precisamos também saber reclamar e usar os meios legais para fazer valer nossos direitos. Se cada um fizer um pouco, isso resultará em mudança.

Daqui a alguns dias teremos a chance de mais um recomeço... vem ai 2011! Não espero mudanças mágicas nem imediatas, estou trabalhando com a esperança de também, através deste blog, mostrar que desistir jamais, desesperar menos ainda , não quero "morrer na praia", quero sim desfruta-la muito e com qualidade, quero poder passear a noite, sem ser incomodada nem por mosquitos, quero ter noites de sono reparadoras, quero pensar que não estou só nesta luta, que é de todo dia, de todos nós.



Agradeço a todos os amigos e colaboradores : Regina e Carlos em especial, aos seguidores e visitantes que contribuíram com comentários oportunos, em especial a minha filha Luana ( que me inspira) desejando um ano  com  mais qualidade de vida, e menos mosquitos!


domingo, 26 de dezembro de 2010

Notícias - Mário Moscatelli denuncia estado da Baixada de Jacarepaguá

o faz relatório com ações de recuperação e alertas para a comunidade

13/04/2010 - 15h30m



O biológo Mario Moscatelli mostra para a AIB News o documento enviado ao Ministério Público sobre a situação da Baixada de Jacarepaguá e ações a serem tomadas.
BAIXADA DE JACAREPAGUÁ
A baixada de Jacarepaguá repete em pleno século XXI, praticamente o mesmo tipo de ocupação urbana que vitimou a qualidade de vida do restante da região metropolitana do Rio de Janeiro.
Destaca-se que a denominação “baixada” está intimamente associada com regiões inundáveis de solos caracteristicamente hidromórficos, facilmente deformáveis e conseqüentemente de grande dificuldade e custos visando sua adequada urbanização.
Por não serem respeitadas quaisquer das etapas primárias básicas, visando a ordenação de um processo de ocupação civilizado, toda a baixada de Jacarepaguá apresenta claros sinais de colapso em seu sistema de drenagem.
O que foi observado durante o período compreendido entre os dias 5 e 11 de abril de 2010, nos sobrevôos do projeto OLHOVERDE, foi a incapacidade do atual sistema de canais e rios de drenarem satisfatoriamente as águas durante e mesmo após a suspensão das fortes chuvas. O resultado tem sido a inundação de extensas áreas habitadas e não habitadas de Vargem Grande, Vargem Pequena, Recreio dos Bandeirantes, margens (faixas marginais de proteção) ocupadas irregularmente das lagoas de Jacarepaguá, Tijuca e Marapendi.
Há de se destacar que além do sistema de drenagem se apresentar profundamente comprometido, os aterros generalizados que vêm ocorrendo nas áreas de Vargem Grande e Pequena, contribuem progressivamente para o aumento da impermeabilização do solo e conseqüentemente agravando a situação de inundação observada.
Apesar de todos os dispositivos legais que conferem à praticamente todos os ecossistemas da região proteção absoluta, o que se constata na realidade como causas da degradação generalizada são:
1-Falta de gerenciamento ambiental contínuo da região, por parte dos órgãos públicos gestores e da materialização de políticas públicas nas áreas de habitacão e de transporte na região metropolitana do Rio de Janeiro, aumentando a pressão urbana sobre o meio ambiente;
2-Ocupação desordenada / ilegal de encostas e das faixas marginais de proteção de rios, canais e lagoas;
3-Aterros generalizados executados sem qualquer planejamento aparente, com os mais variados tipos de resíduos;
4-Grande volume de lançamento de esgoto sem qualquer tratamento ou precariamente tratados em rios, canais e lagoas;
5-Aporte generalizado de sedimentos, resíduos de todos os tipos (lixo residencial, lixo hospitalar, móveis, pneus, etc).
O conjunto dos fatores acima listados, agindo individualmente e coletivamente tem gerado respectivamente:
1- Ocupação desordenada da baixada de Jacarepaguá;
2- Aumento do aporte de sedimentos e resíduos em rios, canais e lagoas;
3- Impermeabilização do solo com redução da capacidade da região em absorver água e com sobrecarga no sistema de drenagem já comprometido por assoreamento;
4- Incentivo na reprodução e aumento em área de macrófitas aquáticas em canais e drenos, reduzindo a capacidade de drenagem dos mesmos;
5- Redução da capacidade de drenagem gerando inundação. 
CAUSAS
1. Falta de gerenciamento ambiental contínuo da região, por parte dos órgãos públicos gestores e de materialização de políticas públicas nas áreas de habitação e de transporte na região metropolitana do Rio de Janeiro.
2. Ocupação desordenada / ilegal de encostas, faixas marginais de proteção de rios, canais e lagoas entre os maciços da Tijuca e Pedra Branca.
3. Aterros generalizados executados sem qualquer planejamento aparente, com os mais variados tipos de resíduos.
4. Grande volume de lançamento de esgoto sem qualquer tratamento ou precariamente tratados em rios, canais e lagoas.
5. Aporte generalizado de sedimentos, resíduos de todos os tipos (lixo residencial, lixo hospitalar, móveis, pneus, etc).
CONSEQÜÊNCIAS
Ocupação desordenada da baixada de Jacarepaguá
Aumento do aporte de sedimentos e resíduos em rios, canais e lagoas.
Impermeabilização do solo com redução da capacidade da região em absorver água e com sobrecarga no sistema de drenagem já comprometido por assoreamento
Incentivo na reprodução e aumento em área de macrófitas aquáticas em canais e drenos, reduzindo a capacidade de drenagem dos mesmos
Redução da capacidade de drenagem gerando inundação ou agravamento da inundação e do período de permanência da mesma.

CENÁRIO – se nada mudar
Criação de conglomerados de favelas – complexos – unindo por exemplo as atuais favelas da Tijuquinha, Muzema, Rio das Pedras, Gardênia Azul.
Aparecimento de novas favelas e crescimento das atualmente ainda removíveis com aumento de aporte de esgoto sem tratamento nos corpos dágua locais.
Incremento do atual processo de assoreamento tornando as inundações mais periódicas, intensas e prolongadas.
Incremento do aporte de água para o sistema de drenagem em colapso tornando as inundações mais periódicas, intensas e prolongadas.
Redução da capacidade de transporte da água com o também incremento de inundações mais periódicas, intensas e prolongadas.
Inviabilização econômica da região com intensificação de problemas de saúde associados com a proliferação de insetos e contato/ingestão de água contaminada.

CONCLUSÃO
Diante do histórico quadro epidêmico de freqüentes desmandos, omissões e descontinuidades do poder público executivo e da superposição de tragédias que em última análise dizem respeito a mais do que completa falta de gerenciamento dos recursos naturais da região da baixada de Jacarepaguá, envolvendo décadas de degradação acumulada, indicam-se as seguintes ações:
• Imediata criação de um cronograma físico-financeiro das obras a constar obrigatoriamente em Termo de Ajuste de Conduta envolvendo o Ministério Público e as esferas dos poderes executivos municipal, estadual e federal, visando a recuperação do sistema de drenagem para a região da baixada de Jacarepaguá.
• No TAC deverão ser identificadas as regiões beneficiadas, tipos de obras, custos, responsáveis pela execução, cronograma e programas de avaliação/acompanhamento mensais das atividades em andamento, sendo os relatórios mensalmente disponibilizados via Internet para a sociedade.
• Criação de um comitê de acompanhamento de obras com representantes do ministério público, associações de moradores, universidades, ongs, conselhos regionais de Biologia e Engenharia.
•  Sugerem-se como possíveis intervenções as seguintes ações emergenciais num prazo de 12 meses com as respectivas áreas beneficiadas*:
1. Criação de trabalho integrado de fiscalização aérea e terrestre - baixada de Jacarepaguá*;
2. Remoção de toda a comunidade vegetal de macrófitas presentes na calha dos canais de drenagem do Portelo, Urubu, Cortado, Sernambetiba, Taxas e arroio Fundo bem como seus tributários, com sua permanente manutenção - Vargem Grande e Pequena, Recreio dos Bandeirantes, lagoa da Tijuca*;
3. Estabilização da foz do canal de Sernambetiba - Vargem Grande e Pequena, Recreio dos Bandeirantes*.
4. Dragagem da lagoa da Tijuca cobrindo a área do Quebra-mar e favela do Rio das Pedras e lagoa do Camorim-baixada de Jacarepaguá*;
5.  Dragagem do arroio Fundo, rios Anil, Pedras, Caçambé, Itanhangá e Cachoeira -área que se estende da lagoa de Jacarepaguá ao Itanhangá*;
6. Instalação de unidades de tratamento de rios (UTRs) no arroio Pavuna,rio Anil,das Pedras, Caçambé, Itanhangá -lagoas de Jacarepaguá, Camorim e Tijuca*;
7. Criação de caixas de areia no rio Pavuna, Anil, das Pedras, Itanhangá, Cachoeira e arroio Fundo -lagoas de Jacarepaguá, Camorim e Tijuca*.

• Outras ações deverão ser tomadas num prazo de até 48 meses. São elas:
1. Criação de um projeto habitacional regional para as populações localizadas em faixas marginais de proteção e demais áreas de riscos da baixada de Jacarepaguá;
2. Recuperação ambiental / reflorestamento das faixas marginais de proteção das bacias hidrográficas e encostas;
3. Manutenção contínua de toda a bacia hidrográfica por meio de dragagens periódicas e controle das comunidades de macrófitas aquáticas.
• Destaca-se que sem a implantação e manutenção das medidas sistêmicas acima indicadas, fatalmente as possíveis intervenções e investimentos públicos pontuais acabarão sendo neutralizados pelo conjunto de impactos gerados pelos demais processos de degradação em andamento.
• Destaca-se que se não forem tomadas medidas sistêmicas geraremos em pouco tempo na baixada de Jacarepaguá quadro semelhante a situação de inudação permanente ao qual as populações localizadas na baixada Fluminense são submetidas há décadas, sem aparente solução.
Responsável Técnico pelo documento
Biólogo Mario Moscatelli
Professor de Gerenciamento de Ecossistemas
do Centro Universitário da Cidade



 



Do jeito que o mosquito gosta... ( Reortagem de Diogo Felix, encarte do Jornal O Globo Barra de 23/12/2010)



Em abril, uma reportagem publicada no GLOBO-Barra anunciava: “Os mosquitos voltaram”. Reunidos às margens da Lagoinha das Taxas, no Parque Natural Municipal Chico Mendes, moradores do Recreio reclamavam, mais uma vez, do Culex quinquefasciatus, nome científico da espécie que havia retornado com força. Desde então, a prefeitura realizou apenas ações pontuais de limpeza no local, mas o inverno arrefeceu a proliferação do inseto e o bairro voltou a ter sossego.
Com a chegada do calor, porém, as gigogas — espécie aquática que cobre espelhos-d'água da região e atrai o mosquito — se multiplicaram, e as chuvas se tornaram mais frequentes. Os dois fatores, aliados ao esgoto despejado o ano inteiro em canais e lagoas, produziram um resultado que os vizinhos conhecem bem: uma nova infestação do Culex.
Criadora de um blog sobre o problema (recreioativo.blogspot.com), Lúcia Chaine é uma das que reclamam:
— Não houve continuidade na retirada de gigogas da Lagoinha das Taxas, e agora, com a temporada de chuvas, associada ao calor, a quantidade de mosquitos vai aumentando aos poucos.
O médico veterinário Claudio Salem, presidente da Associação Brasileira de Controle de Vetores e Pragas, explica a importância do alerta constante contra esse tipo de vegetação:
— A larva do mosquito procura um ambiente de água calma, e a mais calma que tem é aquela que fica entre as folhas da gigoga.
No edifício 1.143 da Avenida Jarbas de Carvalho, em frente ao Parque Chico Mendes, o aposentado Ítalo Coelho da Silva teve que desembolsar R$ 1.200 no ano passado para instalar telas protetoras em todas as janelas e portas do seu apartamento.
— Agora, eles não entram mais. A prefeitura precisa fazer a limpeza da Lagoinha e passar o fumacê todas as tardes — reivindica.
Na semana passada, Salem esteve no condomínio, a pedido do GLOBO-Barra, e fez um diagnóstico pessimista:
— Esse mosquito é o Culex. Há inclusive uma fêmea ingurgitada de sangue, o que significa que ela já tem espermatozoides para a vida toda. Se ela botar 300 ovos, teremos 300 larvas e 300 mosquitos. A proporção que isso toma é enorme, e o bairro inteiro fica infestado. Ele não é transmissor de doenças endêmicas, porém sua picada causa prurido e a alergia pode virar uma ferida, sujeita à infecção.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Estive offline, por motivos particulares, mas os CULEX voltaram a incomodar então....

Caros amigos  o ano que hora se vai, pra mim foi muito difícil, por isso interrompi as postagens. Perdoem...
Após a inauguração da Sub estação da Cedae, na av.Glaucio Gil, muitas obras começaram a chegar, vindas desde a Av. das Américas e confesso que achei que teríamos um verão com menos mosquitos....Ledo engano. Mais um verão se aproxima e estamos testemunhando a volta dos incomodos Culex.... Seremos mais esta vez Vítimas deles? Estaremos novamente expostos a famigerada Dengue?


Acabei de ser informada pela nossa colaboradora e vizinha Regina que teremos AMANHÃ as 10:00h a oportunidade de sermos entrevistados pela reportagem do Jornal O GLOBO BARRA. 
 Peço que aqueles que tiverem oportunidade, não só divulguem esta informação como COMPAREÇAM à R. Jarbas de Carvalho enfrente ao nº 1143( perto da entrada do Parque Chico Mendes).
 Precisamos da colaboração de todos, precisamos exigir das autoridades IMEDIATAS providência.
Até lá amigos

sábado, 17 de abril de 2010

URGENTE: Ataque iminente dos culex, cambio!!!!

Tragédia mais que anunciada! Meu silêncio se deve ao estado de choque diante dos acontecimentos da última semana. Dia 05 de março de 2010                                                                                               Fiquei pensando sobre o que dizer.... Lamentável é o que me ocorreu, mais que lamentável é de indignar.....Não encontro outras palavras, acho mesmo que não existem.
O Rio de Janeiro chorou, estou perplexa! É mais do que sabido que chuvas intensas são esperadas de tempos em tempos, digo INTENSAS MESMO. O Serviço de Meteorologia, havia anunciado, só que a cidade, uma vez mais não estava preparada! Nunca esteve. Culpar as chuvas ou as vítimas mortas é pura enganação, é revoltante. Tenho idade suficiente para, infelizmente, lembrar-me de outras tragédias idênticas a essa. Só que mais comuns no mês de Janeiro de anos anteriores.
Nossa cidade ficou totalmente desorientada, ninguém conseguia chegar a lugar algum, o Rio de Janeiro parou. Ainda estamos tentando voltar ao normal, por último enfrentamos, nesta segunda dia 12/04 uma greve de ônibus na zona oeste!.....
Ainda segundo o Serviço de Meteorologia, no mês de abril enfrentaremos mais chuvas..... espero que menos intensas.
Como já dizia na postagem anterior, o "tempo político" passa muito longe do "tempo real" dos humanos comuns como nós, só pode ser!! Menos em "tempo de eleições", é claro. Aí ouvimos discursos coerentes, atualizados que até parecem verdades... verdadeiras ..., promessas, promessas...
Até quando????????
É verdade hoje estou desanimada, se diante de tamanha tragédia,dos desabamentos que acompanhamos nos noticiários as providências são lentas, o que dizer diante da nossa "tragédia particular": O ATAQUE IMINENTE DOS CULEX, assim que as chuvas diminuirem, podem estar certos, eles voltarão a atacar!!!!!
Li o comentário da nossa seguidora Nina Take, concordo com ela. Precisaremos UNIR forças, nosso bairro, tão querido, carece de cuidados. Nosso "bloco" ainda não tem voz suficientemennte forte, precisamos de UNIÃO.


domingo, 4 de abril de 2010

Precisamos colocar o BLOCO dos Desesperados na rua NOVAMENTE!!!!!!!!!!!!!!!!!

A semana de 21/03 à 27/03 foi importante. Dia 22 foi o Dia Internacional da Água,e dia 26  foi o dia da  inauguração, da Estação  de tratamento de esgoto do Recreio dos Bandeirantes!!!
Ponto para a Prefeitura e Estado que mostraram que trabalhando juntos, todos ganhamos. Ainda não chegamos perto do ideal, mas é certo que  não chegaremos a "mil" sem passarmos pelo um, dois, etc....    Por enquanto os logradouros beneficiados estão no entorno da  Av. Gláucio Gil. Segundo informação colhida, a elevatória está capacitada para receber e transportar até 1.200 litros de esgoto por segundo. O esgoto coletado é bombeado para Estação de Tratamento da Barra da Tijuca, onde é tratado e enviado para o Emissário.  A promessa é de que a estação irá reduzir  PROGRESSIVAMENTE o esgoto que vem sendo lançado no Canal das Tachas, (isso  diz respeito a parte do canal  DEPOIS da Estação, do lado de "cá", isto é: do canal que deságua na Lagoinha, tudo continua como dantes...).
Estivemos com a engenheira da Cedae, Marcia Bacarine, que nos prometeu um encontro onde irá explanar os próximos passos para implantação de melhorias para a nossa área aqui do entorno do Parque Chico Mendes. Assim que conseguirmos mais informações faremos a divulgação.
Por ora estamos novamente muito incomodados com mais uma infestação de mosquitos por aqui. As gigogas tomaram conta da NOSSA Lagoinha, sabemos que elas não são a causa da infestação, mas formam mais uma  barreira para o  pouco fluxo da água,  o que contribui e muito para o aumento da população de mosquitos.
Nos discursos feitos durante a inauguração da Estação de tratamento de Esgoto do Recreio, o Prefeito Eduardo Paes manifestou, mais esta vez, sua intenção  de retomar o projeto dos Guardiões dos Rios.
Lamentável que ainda não o tenha feito, visto que esse recurso, embora não seja por si só a solução do problema, é sem dúvida o que garantirá a manutenção da limpeza da Nossa Lagoinha.
Tenho recebido inúmeras queixas de vizinhos sobre os transtornos que voltamos a ter com esta, insuportável, infestação de mosquitos.  Estamos correndo risco não só  com as gripes sazonais ou com a mais recente e possível epidemia de gripe suína ( com a vacinação em andamento), como se não bastasse, voltamos a nos preocupar com a dengue!!!
É fato que a ação dos políticos não consegue acompanhar adequadamente a vida cotidiana, muito pelo contrário, precisamos sempre buscar meios de mostrar à eles que temos necessidades importantes e urgentes e sempre encontramos dificuldades. Estarei, claro, enviando mais esta vez, essas postagens, a todos os contatos que temos na subprefeitura e ouvidoria com o intuito de conseguirmos fazer valer nosso DIREITO.
Conto com todos os seguidores e demais visitantes, para manifestarem seu descontentamento, no sentido de sensibilizar as autoridades para tomar  PROVIDENCIAS URGENTES NO COMBATE A NOVA INFESTAÇÃO DOS MOSQUITOS.
Manifestem-se postando seu comentários, enviando endereços virtuais ou não,para os quais possamos encaminhar nossos protestos.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Os mosquitos voltaram com toda força!!!!!!!!!!

          Os moradores do Recreio tiveram um curto período de sossego sem a presença dos mosquitos!
Nossa Lagoinha ficou limpa!!!!!!!!
Guardamos as raquetes, abrimos nossas janelas e portas à tarde e pudíamos ficar em nossas varandas.
Mas durou pouco a nossa alegria!!!
Infelizmente o serviço de limpeza da Lagoinha foi feito, porém não aconteceu a manutenção.
Nossa Lagoinha agora está com muita sujeira e repleta de gigogas.
Estamos aos poucos retornando a rotina antiga: fechar as portas e janelas ao cair da tarde, comprar inseticidas, não ficar em nossas varandas; em breve começaremos ouvir o tec...tec.. das raquetes.
                                                                              Os mosquitos que agora invandem nossas casas tem aspecto diferente,não devem ser da espécie do CULEX. Quem são estes, que danos estes mosquitos trarão para nossa saúde?
Precisamos gritar novamente para as autoridades competentes virem em socorrro aos sofridos moradores do Recreio, antes que isso se torne novamente uma grande infestação.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

E os mosquitos vão voltar??? ( bloco dos desesperados!!!!!!!!)

 Enfim apos muita luta, pudemos voltar a abrir nossas janelas, usar nossas varandas e andar pelas ruas sem o incomodo ataque dos Culex. Viarmos 2010 aparentemente em paz!!!!!!!!!!!! Mas logo notamos que a limpeza que foi feita na nossa Lagoinha não continuou! Já avistamos a retomada das gigogas...... Rapidamente elas estão tomando posse novamente das águas e voltamos a ficar preocupados.
 Hoje estive com um dos supervisores da Comlurb que esteve aqui no Parque Chico Mendes para falar com a gestora sobre a limpeza da Lagoinha. Alertei-os de que estamos preocupados e nossa intenção de voltar a cobrar veementemente das autoridades providencias, pois o risco de nova infestação esta na nossa "cara". Recebi relatos e pude pessoalmente sentir o aumento dos mosquitos ao entardecer! Conto com a manifestação de todos, NÃO PODEMOS PERMITIR NOVA CALAMIDADE, ESSE FILME NOS JÁ VIMOS!!!!!!!MANIFESTEMO-NOS URGENTEMENTE!