quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Lagoinha das Taxas URGENTE!!!!!!!!!!!

Informo que  nosso colaborador Ricardo Freitas Filho, biólogo e Doutorando da UERJ coordenador do Projeto Jacaré,por estar tecnicamente impossibilitado, no momento, de postar  o texto abaixo, autorizou-me faze-lo. POR ISSO ALERTO o texto que se segue é do autor citado.



 Quando falei sobre a retirada da vegetação, me referi APENAS as que estão entre a Lagoinha, o canla das Taxas  e o Terreirão.
 A vegetação aquática  é de vital importancia para a respiração da lagoa, e a Taboa, assim como o aguapé( gigoga) são BENÉFICOS ao ambiente, e não os vilões. Não é necessário retirar a vegetação e sim liberar a conexão com os canais. A entrada de agua, como consequencia dessa liberação, permite o fluxo oriundo do canal das Taxas e Sernambetiba, reduzindo naturalmente o acumulo dos aguapé. Só assim permitiremos a respiração da lagoa e o fluxo energia natural.
 Infelizmante a retirada do aguapé esta sendo feita de forma errada e indiscriminada. Isso alem de não resolver o problema ira causar danos ao ambiente, pois pasmem, estamos em plena época de reprodução de aves aquáticas que usam essa vegetação( gigoga e taboa) para fazer seus ninhos, sem contarmos que serve de abrigo para os filhotes de jacaré!.
  Como pesquisador e coordenador do Projeto Jacare, causa-me espanto não estar sendo informado sobre os jacaresinhos que estão sendo retirados das máquinas coletoras de gigioas. Esse filhotes devem ser monitorados de forma sistemática e responsável, obedecendo criteriosamente período de observaçãoem separado. Tudo que lhes acontece é de fundamental importancia para esta pesquisa visto estarmos a frente deste trabalho que interessa também na recuperação da lagoa. 
 Pois é estamos diante de situação grave!

 A retirada das gigoga deve acontecer de forma monitorada por especialistas e pesquisadores da região IMEDIATAMENTE.